Oque 2017 me revelou.

Fonte da imagem: We Heart It

Eis que 2017 está acabando, e não poderíamos concluir ele sem o texto clichê sobre uma mini retrospectiva sobre oque aprendi.
A cada ano que se passa aprendemos novas coisas e amadurecemos. Percebemos que nem tudo é com sonhávamos quando tínhamos 9 anos de idade, mas de qualquer forma, ainda podemos sonhar em realizar algumas coisas da nossa infância.

Lidos em Julho/2017.

2017 para mim está andando bem lentamente quando o assunto é minhas leituras. A falta de tempo colabora muito para ocasionar isso, porem, oque importa é ter tentado me superar cada vez mais.

Este mês que passou foi maravilhoso. Iniciei um curso novo, conheci novas pessoas, conquistei novas metas, ou seja, a rotina totalmente ficou de pernas para o ar, e como disse, li quase nada neste mês de Julho/2017, porem, as leituras foram muito gratificantes.

Então, vamos a lista?!

Resenha: Sem Destino - Bruna Longobucco

Um pai dominador Um passado nublado Uma história de amor que ainda não acabou...
Helena é rica, mimada e revoltada. Os escândalos em que se envolve são notícia constante no jornal de maior circulação do Estado de Minas Gerais. Desafiar o pai, um empresário de sucesso, tornou-se praticamente uma obsessão. Então, um grave acidente em um fim de semana tumultuado muda sua vida de forma radical e a coloca cara a cara com o passado. Agora, ela vai ter que vencer seus medos, descobrir qual o segredo que sua memória bloqueou e, em meio a uma série de contratempos, viver uma história de amor, intriga e suspense.


Eis que a pessoa que se a fasta o máximo de romance, não só leu 1 livro de uma autora, como leu TODOS que podia comprar da autora Bruna Longobucco. Quem me conhece sabe o quanto me recuso a ler romances, sempre acho que todos tem a mesma temática clichê em que a mocinha passa por algo e se tem aquele boy magia, acontece algo entre o casal, ou eles ficam afastados ou juntos pela vida inteira.

Para mim, assim como em qualquer outro gênero literário a narrativa é extremamente importante e especialmente em romance, pois é nele em que você pode amar ou odiar o livro. A cada dia me impressiono com os autores nacionais, e principalmente os independentes.

Resenha: Divergente

 Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.



Eu sempre fui daquelas que nem trailer via do filme quando ele era lançado, então, eu não sabia de nada e não tinha absolutamente nenhuma ideia de como seria.  Pela sinopse já temos uma grande ideia de como o livro será, ele se trata de um futuro onde os humanos são divididos em facções para manter a terra em ordem,e normalmente as pessoas nascem e morrem nas mesmas facções.


Nossa protagonista, Beatrice passa pelo teste de aptidão para decidir qual facção irá seguir, porem, descobre que seus testes foram inconclusivos. Ela fica em uma corda bamba, sem saber qual o 'certo' a escolher, porem, escolhe deixar sua família e escolhe outra facção (sem spoiler de qual ela escolherá).